the reading of the first volume of the 'thousand plateaus' of deleuze and guatarri, entitled 'rhizoma', slips into the constant invitation to restlessness, to creation based on experimentation. this invitation appears as the first major trigger of our new collection that bears the name of the chapter. Something important to be put here about the collection is the intention to seek something beyond. deleuze and guatarri bring that point. when trying to dissect the meaning of rhizome, mainly bring the question of non-linearity, of non-construction under systems and rules. here again is the invitation to restlessness, to breakdown.

the collection to be presented in the first season of 2018 brings that meaning into the shape of D-AURA. the lineage of the brand was until then marked by the geometric constructions, the exploration of the flat modeling, the use of full-bodied fabrics, which here give place to a new restlessness. the forms are fluid, draped, pleated, and let the fabrics sing their properties. but the main agent of this work is the moulage. in 'rhizome' the drawing is no longer the determining agent. it expresses the will of transformation. which will be transmuted from the encounter between body and tissue. shape and platform. the palette of colors, neutral, is thought to value the forms. the distribution of shades happen to value drapes, pleats, overlays and shapes. here the 'rhzom' is given the responsibility for transmutation of D-AURA. she expresses the restlessness, just as she hopes that this feeling will also contaminate her users. hopes that it will reinforce in each of them the will of the brand, to be a platform for expressing all that is intrinsic to it. and that here it is non-linearity, multiplicity, intensity, infinite paths, change.

concept lucas menezes

assistant larissa alves

styling ander oliveira

mua guilherme casagrande

soundtrack gabriel ribeiro

sponsors vicunha têxtil

support lab fashion

photography marcelo soubhia / agência fotosite

a leitura do primeiro volume do ‘mil platôs’ de deleuze e guatarri, entitulado ‘rizoma’ resvala no constante convite à inquietação, à criação baseada na experimentação. esse convite surge como primeiro grande disparador da nossa nova coleção que leva o nome do capítulo. Aalgo importnte a ser colocado aqui sobre a coleção é a intenção de buscar algo além. deleuze e guatarri trazem esse ponto. ao tentar dissecar o significado de rizoma, principalmente trazem a questão da não linearidade, da não construção sob sistemas e regras. é aqui mais uma vez o convite à inquietação, à quebra.

a coleção a ser apresentada na primeira temporada de 2018 traz esse significado para dentro do shape da D-AURA. a linhagem da marca foi até então marcada pelas construções geométricas, a exploração da modelagem plana, a utilização de tecidos encorpados, que aqui cedem lugar à uma nova inquietação. as formas são fluidas, drapeadas, plissadas, e deixam que os tecidos cantem suas propriedades.  mas o principal agente desse trabalho é a moulage.  em ‘rizoma’ o desenho não é mais o agente determinante. ele expressa a vontade de transformação. que será transmutada a partir do encontro entre o corpo e tecido. forma e plataforma. a paleta de cores, neutra, é pensada para valorizar as formas. a distribuição das tonalidades acontecem para valorizar drapeados, plissados, sobreposições e formas. aqui é dado à ‘rizom’ a responsabilidade de transmutação da D-AURA. ela expressa a inquietação, assim como espera que esse sentimento também contamine seus usuários. espera que reforçe, em cada um deles, a vontade da marca, de ser uma plataforma de expressão de tudo aquilo que lhe é intrínsceco. e que aqui isso seja a não-linearidade, a  multiplicidade, a intensidade, os caminhos infinitos, a mudança.

conceito lucas menezes

assistente larissa alves

styling ander oliveira

beleza guilherme casagrande

trilha sonora gabriel ribeiro

patrocínio vicunha têxtil

apoio lab fashion

fotografia marcelo soubhia / agência fotosite